05 novembro 2005



«De diminutas proporções, construídas de madeira sem pintura, com um único andar ao rés-do-chão ou com dois andares, telhados cobertos de pesadas telhas negras, ou de palha nas aldeias, amplas aberturas à guisa de janelas resguardadas por caixilhos em xadrez, sobre que se cola papel branco, fechadas de noite por uma espécie de taipais (…).»
(Wenceslau de Moraes, Relance da Alma Japonesa, 1926, p. 70 da edição Vega de 1999)